05/10/2006 - Pesquisa evita armadilhas
Atualmente existem 61 empresas de segurança privada autorizadas pela Polícia Federal em Santa Catarina. Destas, seis são centros de treinamentos, ou seja, escolas de formação e reciclagem de vigilantes.
O gerente do Sindicato das Empresas de Vigilância e Segurança do Estado de Santa Catarina (Sindesp/SC), Evandro F. Linhares, alerta para a necessidade da pesquisa antes da contratação dos serviços de segurança. “Tão importante quanto conhecer a qualidade dos serviços é saber se a empresa está dentro da legalidade”, diz.
Os interessados em obter informações e orientações para contratar uma empresa de segurança privada podem acessar a página do Sindesp/SC: www.sindesp-sc.org.br. O sindicato colabora com o Estado na busca da solução mais adequada para os problemas relacionados ao setor e auxilia a Polícia Federal na prestação de informações sobre o funcionamento de empresas clandestinas.
Reflexo no setor
A demanda por profissionais legalizados e atualizados com as novas tecnologias é crescente. O Estado conta hoje com cerca de 18 mil vigilantes legalizados e atuantes e este número tende a aumentar nos próximos anos, seguindo uma tendência nacional.
O crescimento do setor deve-se a fatores como o aumento da qualificação dos profissionais (treinamento específico em conformidade com a Lei 7.102/83), aumento da contratação por parte dos órgãos públicos, eficiência dos serviços prestados, aumento da criminalidade e otimização dos serviços com custos baixos. Além disso, a recuperação econômica e o enxugamento da estrutura das empresas, que passaram a terceirizar esta atividade, também vêm contribuindo para o crescimento qualitativo e quantitativo. Segundo Linhares, vale lembrar que a segurança privada atua em áreas específicas, onde a segurança pública não pode atuar, passando a ser um complemento importante em favor da diminuição da violência.